COBOGÓ – NACIONAL E SUSTENTÁVEL

Ícone da arquitetura brasileira dos anos 1950, os cobogós voltaram com tudo em diversas formas, materiais e usos. Esses elementos vazados favorecem a ventilação e iluminação natural, delimitam os espaços e ainda possibilitam a integração entre os ambientes sem tirar a privacidade deles.

Seu nome deriva das iniciais dos sobrenomes de três engenheiros que trabalhavam na cidade do Recife e conjuntamente o idealizaram: Amadeu Oliveira Coimbra, Ernest August Boeckmann e Antônio de is.

Os cobogós possibilitaram a divisão dos ambientes de uma forma harmônica.

Os cobogós possibilitaram a divisão dos ambientes de uma forma harmônica.

Outro destaque está no teto: o elemento vazado cria um efeito interessante de iluminação e esconde o sistema de circulação do ar, já que o espaço não possui janelas.

Outro destaque está no teto: o elemento vazado cria um efeito interessante de iluminação e esconde o sistema de circulação do ar, já que o espaço não possui janelas.

Na escada

Na escada

Os cobogós possibilitaram uma ventilação cruzada e a entrada de luz natural.

Os cobogós possibilitaram uma ventilação cruzada e a entrada de luz natural.

Modelo Foglio - Elemento V

Modelo Foglio – Elemento V

Inspirada nos muxarabis, tramas vazadas de madeiras, muito usada na arquitetura moura, presente na colonização pernambucana, os cobogós foram e ainda são bastante utilizados em fachadas, e como divisórias de ambientes internos.

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1. Feito de cimento, o modelo veneziana da Facital;

2. Uma flor vazada de cimento, da São Francisco Pré- Moldados;

3. Flor é o nome desta peça de porcelana esmaltada, fabricado pela Cerâmica Martins.

Venezuela - 1957

Venezuela – 1957